quarta-feira, 30 de novembro de 2011

IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA !

8 de Dezembro de 2011


SENHORA DO ADVENTO !

Terço do Advento

1º Mistério

Todo o Antigo Testamento é vivência-mãe da expectativa da vinda do Messias, o Salvador e Libertador. Podemos afirmar que todo o Antigo Testamento é vivido em clima de Advento, de esperança messiânica. Desde a promessa feita aos primeiros pais, no livro do Génesis, até à Anunciação, todo o Povo, ao longo de milhares de anos, vive a esperança da vinda do Messias. A viver na Palestina, vivendo sob o jugo do faraó do Egipto ou deportados na Babilónia, os Hebreus alimentaram sempre a esperança de que o Messias viria. E os profetas, quando o Povo parecia esquecer-se desta verdade, recordavam-na. Foram milhões de homens e mulheres a viver este desejo, esta esperança. A Virgem Maria, inserida neste Povo, nesta história, partilha a mesma esperança. Que ela no-la conceda.

2º Mistério

Desde a Encarnação, desde o anúncio feito pelo Arcanjo Gabriel até ao Natal, a Virgem Maria vive dum modo muito particular o Advento. Agora, no coração da Senhora, a esperança torna-se certeza: Deus, o Messias já está no seu seio. Ela traz nas suas entranhas o Salvador do mundo. E, depois, a mesma realidade é vivida aos poucos por José, por Isabel e Zacarias, pelo profeta Simeão, pela profetiza Ana. À medida que o Antigo Testamento se aproxima do Novo, a esperança toma corpo e é certeza no coração de alguns. Peçamos a graça de viver o Advento como Nossa Senhora viveu, com fé, com amor, com esperança, com desejos de libertação.

3º Mistério

Ao longo do Advento, somos muito tentados a fixar-nos no acidental, nas iluminações, nas ornamentações, nas árvores de Natal, na consoada, no próprio presépio. Mas nada disso é Natal. Este é nascimento e se Deus não nasce em nós não há Natal. Precisamos de nos preparar por dentro, na alma, no coração, precisamos de cuidar do essencial, dar lugar a Deus, preparar-nos para que nasça em nós. Precisamos de viver o Advento em estado de conversão, de desejo, de expectativa, de querer acolher Deus e ser libertos por Ele. Peçamos à Senhora que viveu o Advento e acolheu o Deus-Menino, que nos ensine a viver o Advento como tempo precioso da liturgia.

4º Mistério

«Vem aí a luz», poderia ser o slogan do Advento, pois o Natal é o nascimento de Deus que é Luz, de Cristo que é Luz. Já o profeta afirmou que o povo que estava sentado nas trevas viu uma grande luz, e toda a liturgia do Natal é liturgia da Luz. Os pastores viram uma grande luz e os magos seguiram a luz duma estrela. O profeta Simeão proclama que o Menino é luz das nações e já antes Zacarias, pai de João Baptista, tinha afirmado: «Graças ao coração misericordioso do nosso Deus, que das alturas nos visita como sol nascente, para iluminar os que jazem nas trevas e na sombra da morte...». As trevas que há em nós e no mundo precisam de se preparar para acolher a Luz, precisam de se converter, pois a Luz veio às trevas e estas não a receberam.

5º Mistério

Vivamos o Advento a pensar nos outros, sobretudo nos pobres, nos marginais, nos doentes, nos que mais precisam. Quantas pessoas sem casa, sem comida, sem emprego, sem amor, sem dinheiro, sem família! E quanto dinheiro mal gasto, quantas toiletes e banquetes supérfluos, quantas compras exageradas... e tantos a penar e a não terem pão para comer. Que podemos e devemos fazer para que o Natal dos outros seja melhor? Que vamos fazer para que os outros sejam mais felizes? Sejamos audazes nos rasgos concretos de generosidade, de amor, de dedicação. Vivamos o Advento preocupados em fazer bem, em inventar modos concretos de amar.

sábado, 26 de novembro de 2011

NOVO ADVENTO...ESPERANÇA EM TEMPO DE CRISE !

Só Deus pode entender quanto é grande a necessidade que toda a humanidade tem d’Ele nesta hora do mundo.
Todos têm necessidade de Deus, mesmo aqueles que o não sabem. E aqueles que o não sabem, mais ainda.
Quem procura a beleza do mundo procura, sem se aperceber, o Senhor que é a beleza completa e perfeita num mundo tão conturbado.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

OUTUBRO, MÊS DO ROSÁRIO !

Por que chamam ao mês de Outubro o mês do Rosário?
No século XVI, foi travada a célebre batalha de Lepanto, quando os cristãos expulsaram os turcos de Chipre e Veneza, bloqueando a invasão otomana prestes a ocorrer na Europa.
Como a Europa cristã apelou para o Santo Rosário pedindo auxílio para seus combatentes, foi escolhido o dia 07 de Outubro, pelo Papa São Pio para celebrar a festa do Rosário.
A reza do Rosário sofreu alteração em 2002, quando o papa João Paulo II incluiu mais um grupo de cinco mistérios no rosário, chamados Mistérios da Luz.

ORIGEM DO ROSÁRIO

Rosário significa coroa de rosas. A Igreja antiga pedia que os fiéis recitassem os cento e cinquenta salmos de David. Mas, para recitar os salmos, era preciso saber hebraico, grego ou latim. Aqueles que não sabiam ler ou não tinham tempo para essa oração substituíram os 150 salmos por 150 Avé-Marias, separadas em 15 séries de dez, ou dezenas.
S. Domingos, que morreu em 1221, popularizou essa devoção com o formato actual.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O MOVIMENTO DA MENSAGEM DE FÁTIMA DE ERMESINDE NAS FESTAS EM HONRA DE S.LOURENÇO !


Na foto de cima o estandarte do MMF de Ermesinde e na foto inferior uma bela imagem de Nossa Senhora de Fátima, na procissão em honra do padroeiro de Ermesinde, S. Lourenço, Diácono e Mártir.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

13 DE MAIO DE 2011, 94 anos depois... !



As orações ensinadas em Fátima pelo Anjo e Nossa Senhora ajudam a viver a Mensagem, que, como disse João Paulo II, em Fátima em 1982, é a conversão e a vivência na graça de Deus.
Um santuário é uma antena da Boa Nova. (João Paulo II)

“Iludir-se-ia quem pensasse que a missão profética de Fátima, esteja concluída”(…)
Bento XVI, em Fátima, na sua homilia do dia 13 de Maio de 2010

quinta-feira, 5 de maio de 2011

sexta-feira, 29 de abril de 2011

BEATO JOÃO PAULO II, PAPA

Carlos José Wojtyła nasceu em 1920 no lugar de Wadowice na Polónia. Ordenado sacerdote, continuou os seus estudos teológicos em Roma, depois dos quais regressou ao seu paíz onde exerceu diversos cargos pastorais e universitários. Foi nomeado bispo auxiliar de Cracóvia, e em 1964 Arcebispo do mesmo lugar. Tomou parte no Concílio Ecuménico Vaticano II. Eleito Papa a 16 de Outubro de 1978, com o nome de João Paulo II, distinguiu-se pela extraordinária solicitude apostólica, em particular para com as famílias, os jovens e os doentes, o que o levou a realizar numerosas visitas pastorais a todo o mundo. Entre os muitos frutos mais significativos deixados em herança à Igreja, destaca-se o seu riquíssimo Magistério e a promulgação do Catecismo da Igreja Católica e do Código de Direito Canónico para a Igreja latina e oriental. Morreu piedosamente, em Roma, a 2 de Abril de 2005, na Vigilia do II Domingo de Páscoa ou da Divina Misericórdia.