
terça-feira, 7 de julho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
20 de Junho de 2009, PEREGRINAÇÃO PAROQUIAL A FÁTIMA
Cada autocarro levada um guia que ajudou os peregrinos a darem um sentido a este dia diferente, orientando os momentos de oração e tudo o que era necessário no sentido logístico.
Aliás, os Missionários da Consolata são como que "parte" da paróquia também, fazendo parte da nossa família, pelos serviços importantes que aqui prestam e pela amizade entre a paróquia e o Instituto Missionário da Consolata, desde sempre.
Chegados ao Calvário Húngaro, o pároco deixou uma palavra final e a benção de Deus a todos os que puderam fazer esse belo exercício.
Após este momento, era hora de retemperar forças e assim houve lugar ao almoço, onde cada um escolheu a sua forma de o fazer - ora em piquenique à sombra das árvores, junto ao Seminário da Consolata ora em restaurante...
Pelas 14h partiu-se em direcção à Capela da Morte de Jesus, na cripta da Igreja da Santíssima Trindade, onde se viveu o momento mais alto - a EUCARISTIA. Foi um belo momento, onde se destaca a participação de muitos, quase todos... E os peregrinos eram cerca de 500. O padre Peixoto na homilia foi interrogando e desafiando os jovens da profissão de fé para se deixarem seduzir por Jesus Cristo e citando o Evangelho, serem capazes de "passar para o outro lado da margem" isto é aceitarem viver como discípulos de Jesus Cristo, comprometidos em Igreja. A todos desafiou a não se deixarem adormecerem, desistalando-se das suas certezas e "vidinhas". Recordou que muitas vezes culpabilizamos Deus, afirmando que Ele "dorme", quando na verdade isso acontece é connosco. Dormimos e assim deixamos Deus adormecer na nossa vida, porque nos afastamos Dele, perdidos no nosso sono. O mesmo se passa com a Mãe do Céu. Lembrou ainda que a nossa presença em Fátima era o culminar da grande manifestação de carinho a Nossa Senhora de Fátima na noite de 12 de Maio na cidade de Ermesinde.
E assim num dia de intenso calor + de 30 graus ao sol, a comunidade de Ermesinde, viveu, de uma forma muito alegre e de prece sentida o amor à Mãe de Deus que a todos conduz até Jesus Cristo, Salvador da humanidade.
Todos estamos de parabéns pelo belo dia que vivemos em Fátima, altar do mundo! O pároco sentiu a comunidade que lhe está confiada, feliz e em comunhão. Que Nossa Senhora, no Seu Imaculado Coração, a todos guarde e ampare nas dificuldades da vida quotidiana.
Trazer Fátima connosco é mesmo o grande desafio que nos é proposto pelo santuário se vivermos o espírito das Bem-Aventuranças do Reino de Jesus Cristo - este ano convidados à pureza de coração, afim de vermos Deus, presente na história dos homens que ama.
sábado, 13 de junho de 2009
PEREGRINAÇÃO ANIVERSÁRIA DE 13 DE JUNHO

D. João Lavrador presidiu à Peregrinação Internacional Aniversária de Junho no Santuário de Fátima
D. João Lavrador lamenta que a desvalorização do homem que está "à mercê de todas as tendências de opinião". O Bispo auxiliar do Porto criticou os "tempos de angustiosa busca da verdade" que deram origem ao "alheamento perante os valores absolutos" e à "indiferença perante Deus".
"Cedo se passa para um relativismo moral e para uma instrumentalização da pessoa humana", advertiu o Bispo na celebração eucaristia desta Sábado, 13 de Junho, na Peregrinação Internacional Aniversária de Junho no Santuário de Fátima.
A presidir às celebrações, D. João Lavrador apontou consequências para a crise de valores que "caracteriza a situação social actual, que infelizmente afecta tantos dos nossos contemporâneos". A escassez alimentar, os problemas financeiros, "antigas e novas pobrezas, preocupantes alterações climáticas, a violências e miséria, o terrorismo sempre ameaçador", exemplificou.
Segundo o Bispo, compete à Igreja, "no cumprimento da sua missão", "perscrutar os sinais dos tempos" e "interpretá-los à luz do Evangelho".
Perante uma "idade nova da história do género humano", caracterizada por "mudanças profundas e rápidas", a que D. João Lavrador chama de "metamorfose social e cultural, com efeitos profundos na vida religiosa" cabe à Igreja e a "todos os seus membros testemunhar a verdade e servir a verdade do homem".
Segundo informação do Santuário de Fátima, concelebraram, com D.João Lavrador, D. António Marto, bispo de Leiria-Fátima, D. Óscar, arcebispo emérito do Vaticano, e 90 sacerdotes. Comungaram 10.000 peregrinos.
“DEUS QUER ESTABELECER, NO MUNDO, A DEVOÇÃO AO MEU IMACULADO CORAÇÃO"

"Após termos rezado o terço, Jacinta, Francisco e eu, junto a outras pessoas presentes, vimos, novamente, o reflexo da luz que se aproximava (o que nós chamamos de um clarão) e, em seguida, Nossa Senhora surgiu sobre a azinheira, assim como surgira, no mês anterior (Maio).
- O que a senhora deseja de mim?
- Quero que venhais aqui, tu e os outros, no dia 13 do mês que vem, que rezeis o terço todos os dias, e que aprendais a ler. Depois direi o que quero.
Eu pedi a Nossa Senhora a cura de um doente.
- Se ele se converter, será curado, ao longo deste ano.
- Queria pedir-lhe que nos levasse para o Céu.
- Sim, a Jacinta e a Francisco, levá-los-ei, em breve. Mas tu ficarás aqui por mais algum tempo. Jesus quer servir-se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. A quem abraçar esta devoção, prometo a salvação; e estas almas serão amadas por Deus, como flores postas por Mim, a adornar o seu trono.
- Eu ficarei aqui sozinha? - perguntei com tristeza.
-Não, filha. Tu sofres muito? Não desanimes. Eu jamais te abandonarei. O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus.
Ao pronunciar estas últimas palavras, Nossa Senhora abriu as mãos e delas, pela segunda vez, difundiu-se o mesmo reflexo daquela luz, daquela claridade imensa, na qual, conseguimos nos ver, como submersos em Deus.
Jacinta e Francisco pareciam estar na parte da luz que se elevava ao Céu, e eu, na parte da luz que se espalhava sobre a terra. Diante da palma da mão direita de Nossa Senhora, se encontrava um coração rodeado de espinhos, como se em sua mão eles estivessem cravados. Compreendemos que era o Coração Imaculado de Maria, ultrajado pelos pecados da humanidade, e que pedia reparação.
Nossa Senhora, como da primeira vez, elevou-se com majestosa serenidade e foi-se distanciando, rumo ao nascente.
Segunda Memória
quinta-feira, 11 de junho de 2009
SANTÍSSIMO CORPO E SANGUE DE CRISTO

quarta-feira, 3 de junho de 2009
SANTÍSSIMA TRINDADE, glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo !

afim de que, pelos três poderes que ele possui
numa única alma,
levasse a marca da tua Trindade e da tua Unidade.
Por estas três faculdades, ele não apenas
se assemelha a Ti, mas une-se contigo.
a quem é atribuído o Poder.
Pela inteligência, assemelha-se e une-se ao Filho,
a quem se atribui a Sabedoria.
Pela vontade, assemelha-se e une-se ao Espírito Santo,
a quem se atribui a Misericórdia e o Amor do Pai e do Filho.
Santa Catarina de Sena
sábado, 30 de maio de 2009
PENTECOSTES !
Quando chegou o dia de Pentecostes, todos eles estavam reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho como o sopro de um forte vendaval, e encheu a casa onde eles se encontravam. Apareceram então uma espécie de línguas de fogo, que se espalharam e foram poisar sobre cada um deles. Todos ficaram repletos do Espírito Santo, e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem.
Nesse momento, o novo Povo de Deus, a Igreja fundada sobre os Apóstolos e marcada com o selo do Espírito, iniciava a sua arrancada, empreendia a sua aventura missionária. É o primeiro dia da Igreja!
A força viva que põe em movimento a primitiva comunidade cristã é o Espírito Santo. «Sopro de Deus», é Ele que comunica à Igreja a vida íntima de Deus, para que, por ela, se difunda sobre a humanidade. Laço de amor entre o Pai e o Filho é Ele que, sem destruir a diversidade, dá unidade ao Corpo Místico de modo que, desde o início, a Igreja aparece como sinal e instrumento de unidade, entre povos separados pelas mais diversas línguas.
«Ele é o Espírito da vida, ou a fonte de água, que jorra para a vida eterna; por quem o Pai vivifica os homens mortos pelo pecado, até que ressuscitem em Cristo os seus corpos mortais. O Espírito habita na Igreja e nos corações dos fiéis, como num templo, e dentro deles ora e dá testemunho da adopção de filhos.(cf.. Lumen Gentium, nº 4)
“Sem o Espírito Santo, Deus fica longe; Cristo permanece no passado; o Evangelho é letra morta; a Igreja é uma simples organização; a autoridade é um poder; a missão é propaganda; o culto, uma velharia; e o agir moral, é um agir de escravos. Mas, no Espírito, o cosmos é enobrecido pela geração do Reino; Cristo ressuscitado torna-Se presente; o Evangelho faz-se poder e vida; a Igreja realiza a comunhão trinitária; a autoridade transforma-se em serviço; a liturgia é memorial e antecipação; o agir humano é deificado!” (Atenágoras)
Procuremos viver na presença do Espírito, pois é através d’Ele, que comunicamos com o Pai.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
ACTO DE REPARAÇÃO A MARIA SANTÍSSIMA !

Muitos dos Teus filhos não Te reconhecem e não Te louvam como sua Mãe e Senhora.
Pudesse eu, ó Mãe querida, impedir tão grandes ofensas dirigidas a Ti, - defender as Tuas prerrogativas e consolar o Teu Imaculado Coração!
Mas, como o meu poder não corresponde ao meu desejo, aceita ao menos as atenções, os louvores e os afectos do meu pobre coração que, juntamente com os de todas as almas que Te amam, apresento ao Teu amabilíssimo Coração, em reparação das injúrias que recebe dos filhos ingratos.
Aceita benevolamente, este oferecimento, ó Mãe querida; abençoa os meus desejos; alcança-me do Teu Divino Filho a graça de imitar aqui na terra as virtudes do Teu Imaculado Coração, a fim de participar da Tua glória no Céu.
Ámen.
domingo, 17 de maio de 2009
NOSSA SENHORA DE FÁTIMA visitou Lisboa ao encontro de CRISTO-REI !

Numa Missa que decorreu na Praça do Comércio, junto de uma multidão que se reuniu em torno da imagem de Nossa Senhora de Fátima vinda da Capelinha das Aparições, foi destacada a relação especial da cidade com o Santuário do Cristo Rei, em Almada.
“Os habitantes da grande Lisboa têm essa particularidade: não precisam de entrar numa Igreja para rezarem diante de uma imagem do Coração de Jesus. Toda a cidade se transformou num templo, onde só não sente o amor de Cristo quem não quer”, indicou o Cardeal lisboeta.
Neste contexto, D. José Policarpo destacou que “somos nós, os actuais habitantes de Lisboa, que podemos reduzi-la a um miradouro sobre a cidade, se não nos sentirmos amados e protegidos pelo coração de Cristo”.
O Patriarca de Lisboa defendeu que “a procura de Deus é, hoje, mais frequente do que se pensa, na nossa cidade”. “Cristo abre os braços sobre todos os habitantes da cidade, mostrando-lhes que os ama, dizendo-lhes que os espera e quer fazer, com cada um, uma caminhada de descoberta da vida”, afirmou.
Falando das “diversas as atitudes perante Jesus Cristo”, o Patriarca de Lisboa falou de “um grupo de cristãos baptizados, que deixaram de celebrar habitualmente a sua fé, nos quais se foi esbatendo a exigência evangélica na forma de viver” e dos que, nesta cidade, são “descrentes e ateus” e os membros de outras religiões: judeus, muçulmanos, budistas, hindus.
“A todos Ele diz: não tenhais medo; vinde a Mim todos vós que andais à procura, os que sofreis, os que estais aflitos com as dificuldades da vida, e Eu acolher-vos-ei, vos darei a força para caminhar”, prosseguiu D. José Policarpo, na sua homilia.
O Cardeal-Patriarca sublinhou que “há na nossa cidade muita gente que ama, corajosamente, silenciosamente. Unidos a Cristo, também eles abraçam a cidade”.
D. José Policarpo aludiu à presença da imagem de Nossa Senhora de Fátima, vinda da Capelinha das Aparições, que classificou como “a mais amada hoje pelos portugueses”.
Antes do início da celebração, no Terreiro do Paço, um grupo de crianças que entregou uma coroa e uma cruz com flores, em nome de todos os movimentos e todas as escolas católicas da cidade de Lisboa.
Um ecrã gigante ajudou a seguir a cerimónia, para quem não pode estar perto do altar. Depois da Missa, a imagem subiu a bordo de uma embarcação da marinha e atravessou o Tejo rumo a Almada, como há 50 anos, escoltada por inúmeras embarcações privadas e de recreio.
Notícias relacionadas
http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=73103&seccaoid=9&tipoid=181
sábado, 16 de maio de 2009
12 de Maio de 2009, NOITE DE FÉ, LUZ E PAZ, na cidade de Ermesinde !
Pelas 21h iniciava-se no largo da igreja a meditação e o canto do terço do Rosário ao mesmo tempo que em outros nove lugares da cidade, outras tantas procissões de velas, acompanhadas do andor de Nossa Senhora, saíam de diversos lugares da cidade - Bela, Bom Pastor, Costa, Gandra, Saibreiras, Sampaio, Santa Rita, Sonhos e Soutinho e rumavam até ao largo da igreja matriz, em comunhão com Fátima e outros tantos lugares - cidades, vilas e aldeias desta terra de Santa Maria, onde se rezava o Terço, oração tão do agrado de NOSSA SENHORA.
Num tempo marcado por uma crise económica acentuada, onde o desemprego de muitos é uma desordem muito grave que afecta homens, mulheres e jovens, desintegra famílias e faz as dificuldades de todos aumentarem.
O cenário de guerra de há 92 anos, foi substituído por uma profunda crise de valores que causou o momento particularmente difícil que este mundo vive, crise esta com causas - ambição, a ganância, o egoísmo, a desonestidade de muitos que se servem da causa pública, etc.
Nas intenções das orações estiveram, as crianças, os doentes, os sós, os idosos, os desempregados, os que vivem à margem de uma sociedade que tudo lhes nega, os missionários e missionárias, desta Igreja Missionária e universal.
Rezou-se também pelo Papa Bento XVI na difícil viagem apostólica a Jerusalém e à Palestina, viagem nem sempre bem entendida, por vezes até maldosamente distorcida, por muitos que querem “encostar” Deus para um canto, como se isso fosse possível, os católicos e não só, de Ermesinde e de todo o mundo, nesta noite de alguma magia, onde o brilho de milhares de velas dá uma luminosidade diferente tão especial, quiseram dizer que ELE, quer morar no coração dos homens e que NOSSA SENHORA nos leva até ELE.
Não foi uma manifestação de louvor à Virgem exclusiva dos crentes não, ninguém fica indiferente a este culto e a esta SENHORA, mais brilhante que o sol, no dizer das crianças da Cova da Iria a quem Ela confiou uma mensagem de ESPERANÇA de que este mundo, no contexto actual tanto precisa.
Pelas ruas da cidade os devotos de Maria foram deixando aos que nas janelas e nos passeios viam passar a imagem da SENHORA, essa ESPERANÇA, com o seu orar e cantar.
Já no largo da igreja e com as 9 imagens da ESTRELA da noite o Pároco, P. João Peixoto, presidiu a uma breve celebração mariana, onde DEUS falou através da Sua Palavra.
Na homilia que o Pastor da comunidade católica da cidade dirigiu a todos deixou palavras da tão ansiada ESPERANÇA e a afirmação de que NOSSA SENHORA, a MÃE, não abandona os filhos, sobretudo nas horas de maior dificuldade.
Aludiu à FÉ, à LUZ e PAZ de que este mundo carece para ser feliz, como Deus quer, assim os homens o queiram também.
No papel da construção deste novo mundo a VIRGEM MARIA é guia para os filhos que ama. Momento de grande significado para todos foi a consagração aos pés da imagem da MÃE que o pároco fez da cidade.
Entregou e confiou à BONDADE e ao AMOR de NOSSA SENHORA, os anseios, as dores, as penas e as dificuldades de todos, afirmando assim a confiança da comunidade de Ermesinde nesta MÃE tão querida e amada por todos.
Antes do emocionante “adeus” à VIRGEM o Pároco agradeceu ás entidades e pessoas envolvidas nesta bela manifestação pública da devoção do POVO à MÂE DO CÉU.
A Câmara Municipal de Valongo, a Junta da Freguesia da cidade de Ermesinde, a Polícia de Segurança Publica, verdadeiros “anjos da guarda” dos devotos, o Corpo Nacional de Escutas, os Bombeiros Voluntários de Ermesinde e os elementos dos vários grupos da cidade que organizaram as procissões de Velas e aos elementos do grupo coral e organista, que deram brilho, com o canto, à Celebração Mariana.
Foi uma noite em que a cidade de Ermesinde, sentiu no ar um aroma diferente, o de uma ROSA muito especial – NOSSA SENHORA, MÃE DA IGREJA E DE TODA A HUMANIDADE.
ELA nesta noite disse a todos o que há 92 anos disse aos videntes – Jacinta, Francisco e Lúcia – oração, conversão e penitência.
Também nos desafiou a todos a fazermos o que o SEU AMADO FILHO, JESUS CRISTO deseja – que nos amemos uns aos outros, porque afinal somos todos IRMÃOS.


