segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

25 de Feveiro de 2012, O MOVIMENTO DA MENSAGEM DE FÁTIMA DE ERMESINDE, em acção !

«Deus é o nosso refúgio e a nossa força; ajuda permanente nos momentos de angústia»
Sl 46.2

25-2-2011 * 25-2-2012

Um ano se passou já, sem a valiosa presença da nossa querida mensageira Elisabete.
O Movimento da Mensagem de Fátima quis assinalá-lo de modo sentido e expressivo.
Partilhámos com ela longos e saborosos momentos de reflexão e meditação, em convívios fraternos e solidários.
E agora? Agora que o Senhor a chamou a Si queremos recordar a Elisabete para sempre nos nossos corações.
E foi assim, unidos num gesto de profunda saudade que, elementos do Movimento da Mensagem de Fátima marcaram encontro numa merecida romagem à sua última morada-cemitério de Vila Franca do Lima em Viana do Castelo.
Ela estava ali connosco rezando o terço como tantas vezes o fizeramos juntos.
Foi evocada nas palavras de meditação proferidas pelo Presidente Carlos Santos.
Mulher forte, intrépida, empenhada, disponível para as causas que abraçava.
«A generosidade é sempre o fruto da presença de Deus no nosso coração»

A generosidade era a bandeira da Elisabete! Toda ela era uma dádiva de Deus.
Nas suas incursões humanitárias teve o privilégio de poder contar com a carismática Irmã Consolação-dois pilares da Igreja Viva. Onde sentiam sofrimento e carências, elas lá estavam, tentando suavizar tantas vidas difíceis…
No Convento de S.José em Santo Tirso, fomos então ao encontro desta nossa querida Irmã Consolação que os Ermesindenses não poderão jamais esquecer e que aqui repousa com vida frágil e ténue.
Foi emocionante vê-la, acariciá-la, falar-lhe ao ouvido...só…apenas… !
Zelosas Irmãs velam com carinho e desvelo…este « anjo na terra».
Retirámo-nos em silêncio, sensibilizados , recordando a força da natureza que ela foi, trilhando incansável os caminhos do apostolado e evangelização. Grande mensageira!
A Elisabete e a Irmã Consolação são dois baluartes preciosos que ficam nas histórias das nossas vidas a letras de oiro.
Deste nosso roteiro de amor espiritual fazia ainda parte visitar a Congregação «Irmãs Reparadoras Missionárias da Santa Face» em Viana do Castelo.
« O humilde é forte porque se apoia no Deus de toda a fortaleza»
-pensamento da Irmã Conceição, fundadora da Obra.

Ali têm lugar momentos de contemplação mas também de compromisso com a obra de acção social. Tudo ali se faz com paixão. Ali se enfrentam desafios que a história actual coloca à nova evangelização.
Há ali respostas para a inquietude do coração humano e para as urgentes necessidades.
O Espírito Santo nos iluminou neste dia pleno de sinais fortalecedores da sede da PALAVRA de DEUS.
Demos Graças a ELE.
«Em Ti está a fonte da vida e é na tua Luz que vemos a luz»
Sl 36.10


Obrigado Elisabete pelo teu testemunho.
Obrigado Irmã Consolação pelo seu exemplo de Amor !

Olinda Morais (MMF de Ermesinde)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

TEMPO DA QUARESMA !

A figura de Jesus no deserto. Tal como para Cristo, também para o seu discípulo a vida é prova e tentação.
Que a palavra de Deus se torne alimento para a vida de cada dia desta Quaresma.
Peçamos ao Senhor resistência para superar as tentações que nos rodeiam constantemente.
Livrai-nos, Senhor, dos ídolos (egoísmo, dinheiro, prazeres,vaidade...e tantos outros) que querem apagar a Tua imagem do horizonte da nossa vida.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

45º DIA MUNDIAL DA PAZ, 1 de Janeiro de 2012

Na sua mensagem de Ano Novo, o papa Bento XVI considerou que os jovens desejam receber «formação que os prepare de uma forma mais profunda para enfrentarem a realidade».

O papa lançou, este domingo, um apelo aos chefes de Estado e Governo para que criem condições no sentido que os jovens, os principais atingidos pela actual crise mundial por não terem perspectivas de um futuro melhor, não percam a esperança.

Na sua mensagem de Ano Novo, Bento XVI aludiu à «necessidade e urgência de oferecer às novas gerações adequada formação educativa, formação integral da pessoa, incluindo a dimensão moral e espiritual», «em particular a importância de educar para os valores da Justiça e da Paz».

«Os jovens olham hoje com alguma apreensão para o futuro, manifestando mais atenção para aspectos da sua vida como o desejo de receber uma formação que os prepare de uma forma mais profunda para enfrentarem a realidade», adiantou.

Bento XVI não esqueceu ainda outros problemas que os jovens enfrentam como a «dificuldade de formar família e de encontrarem um trabalho estável e a efectiva capacidade de contribuir no mundo da política, da cultura e da economia pela construção de uma sociedade de rosto mais humano e solidário».

Fonte: TSF

"CRISTO NASCEU POR NÓS" (A mensagem natalícia "Urbi et Orbi" de natal do Papa Bento XVI) !

Amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro!

Cristo nasceu para nós! Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do seu agrado: a todos chegue o eco deste anúncio de Belém, que a Igreja Católica faz ressoar por todos os continentes, sem olhar a fronteiras nacionais, linguísticas e culturais. O Filho de Maria Virgem nasceu para todos; é o Salvador de todos.

Numa antífona litúrgica antiga, Ele é invocado assim: «Ó Emanuel, nosso rei e legislador, esperança e salvação dos povos! Vinde salvar-nos, Senhor nosso Deus». Veni ad salvandum nos! Vinde salvar-nos! Tal é o grito do homem de todo e qualquer tempo que, sozinho, se sente incapaz de superar dificuldades e perigos. Precisa de colocar a sua mão numa mão maior e mais forte, uma mão do Alto que se estenda para ele. Amados irmãos e irmãs, esta mão é Cristo, nascido em Belém da Virgem Maria. Ele é a mão que Deus estendeu à humanidade, para fazê-la sair das areias movediças do pecado e segurá-la de pé sobre a rocha, a rocha firme da sua Verdade e do seu Amor (cf. Sal 40, 3).

E é isto mesmo o que significa o nome daquele Menino (o nome que, por vontade de Deus, Lhe deram Maria e José): chama-se Jesus, que significa «Salvador» (cf. Mt 1, 21; Lc 1, 31). Ele foi enviado por Deus Pai, para nos salvar sobretudo do mal mais profundo que está radicado no homem e na história: o mal que é a separação de Deus, o orgulho presunçoso do homem fazer como lhe apetece, de fazer concorrência a Deus e substituir-se a Ele, de decidir o que é bem e o que é mal, de ser o senhor da vida e da morte (cf. Gn 3, 1-7). Este é o grande mal, o grande pecado, do qual nós, homens, não nos podemos salvar senão confiando-nos à ajuda de Deus, senão gritando por Ele: «Veni ad salvadum nos – Vinde salvar-nos!»

O próprio facto de elevarmos ao Céu esta imploração já nos coloca na justa condição, já nos coloca na verdade do que somos nós mesmos: realmente nós somos aqueles que gritaram por Deus e foram salvos (cf. Est (em grego) 10, 3f). Deus é o Salvador, nós aqueles que se encontram em perigo. Ele é o médico, nós os doentes. O facto de reconhecer isto mesmo é o primeiro passo para a salvação, para a saída do labirinto onde nós mesmos, com o nosso orgulho, nos encerramos. Levantar os olhos para o Céu, estender as mãos e implorar ajuda é o caminho de saída, contanto que haja Alguém que escute e possa vir em nosso socorro.

Jesus Cristo é a prova de que Deus escutou o nosso grito. E não só! Deus nutre por nós um amor tão forte que não pôde permanecer em Si mesmo, mas teve de sair de Si mesmo e vir ter connosco, partilhando até ao fundo a nossa condição (cf. Ex 3, 7-12). A resposta que Deus deu, em Cristo, ao grito do homem, supera infinitamente as nossas expectativas, chegando a uma solidariedade tal que não pode ser simplesmente humana, mas divina. Só o Deus que é amor e o amor que é Deus podia escolher salvar-nos através deste caminho, que é certamente o mais longo, mas é aquele que respeita a verdade d’Ele e nossa: o caminho da reconciliação, do diálogo e da colaboração.

Por isso, amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro, neste Natal de 2011, dirijamo-nos ao Menino de Belém, ao Filho da Virgem Maria e digamos: «Vinde salvar-nos»! Repitamo-lo em união espiritual com tantas pessoas que atravessam situações particularmente difíceis, fazendo-nos voz de quem a não tem.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

NATAL DE JESUS CRISTO !

Votos de um Santo e Feliz Natal de Jesus Cristo e que 2012 seja um Ano cheio de Esperança !

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O NOSSO MUNDO PRECISA DE UMA PRIMAVERA ESPIRITUAL E MORAL !

A 8 de Dezembro, solenidade da Imaculada Conceição, mais de 60 mil peregrinos estiveram em Fátima, num dia cada vez mais marcado pela vinda de milhares de famílias, a grande maioria portuguesas, ao santuário.

“Mais que aquilo que trazemos a Maria, mais importante é aquilo que recebemos de Deus através de Maria. Maria tem uma palavra da parte de Deus para dirigir a cada um de nós, à Igreja, ao Mundo inteiro”, afirmou D. António Marto, bispo de Leiria-Fátima, que presidiu à eucaristia internacional das 11:00, celebrada no Recinto de Oração.

“Este mistério da Imaculada Conceição que hoje celebramos, encoraja e conforta o nosso caminho, muitas vez incerto e obscuro, ilumina o sentido da história e ilumina também os momentos difíceis e atribulados que o mundo, e particularmente a Europa e o nosso país, estão a atravessar”, disse D. António Marto durante a homilia.

Num dia que fez lembrar Fátima nas peregrinações aniversárias dos meses de Verão, D. António falou de Nossa Senhora como caminho para um mundo “onde reine a justiça, a paz, entre as pessoas e os povos”.

O mistério da Imaculada Conceição afirmou, “revela, antes de mais, que há no mundo e na história, apesar de todas as aparências contrárias, uma fonte pura da qual jorra uma torrente de graça capaz de renovar e de rejuvenescer os corações dos homens, capaz de renovar este nosso Mundo, que nos parece espiritualmente cansado e envelhecido e que precisa de uma renovação, de uma primavera espiritual e moral”.
Fonte: Boletim Informativo do Santuário de Fátima 132/2011



quarta-feira, 30 de novembro de 2011

IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA !

8 de Dezembro de 2011


SENHORA DO ADVENTO !

Terço do Advento

1º Mistério

Todo o Antigo Testamento é vivência-mãe da expectativa da vinda do Messias, o Salvador e Libertador. Podemos afirmar que todo o Antigo Testamento é vivido em clima de Advento, de esperança messiânica. Desde a promessa feita aos primeiros pais, no livro do Génesis, até à Anunciação, todo o Povo, ao longo de milhares de anos, vive a esperança da vinda do Messias. A viver na Palestina, vivendo sob o jugo do faraó do Egipto ou deportados na Babilónia, os Hebreus alimentaram sempre a esperança de que o Messias viria. E os profetas, quando o Povo parecia esquecer-se desta verdade, recordavam-na. Foram milhões de homens e mulheres a viver este desejo, esta esperança. A Virgem Maria, inserida neste Povo, nesta história, partilha a mesma esperança. Que ela no-la conceda.

2º Mistério

Desde a Encarnação, desde o anúncio feito pelo Arcanjo Gabriel até ao Natal, a Virgem Maria vive dum modo muito particular o Advento. Agora, no coração da Senhora, a esperança torna-se certeza: Deus, o Messias já está no seu seio. Ela traz nas suas entranhas o Salvador do mundo. E, depois, a mesma realidade é vivida aos poucos por José, por Isabel e Zacarias, pelo profeta Simeão, pela profetiza Ana. À medida que o Antigo Testamento se aproxima do Novo, a esperança toma corpo e é certeza no coração de alguns. Peçamos a graça de viver o Advento como Nossa Senhora viveu, com fé, com amor, com esperança, com desejos de libertação.

3º Mistério

Ao longo do Advento, somos muito tentados a fixar-nos no acidental, nas iluminações, nas ornamentações, nas árvores de Natal, na consoada, no próprio presépio. Mas nada disso é Natal. Este é nascimento e se Deus não nasce em nós não há Natal. Precisamos de nos preparar por dentro, na alma, no coração, precisamos de cuidar do essencial, dar lugar a Deus, preparar-nos para que nasça em nós. Precisamos de viver o Advento em estado de conversão, de desejo, de expectativa, de querer acolher Deus e ser libertos por Ele. Peçamos à Senhora que viveu o Advento e acolheu o Deus-Menino, que nos ensine a viver o Advento como tempo precioso da liturgia.

4º Mistério

«Vem aí a luz», poderia ser o slogan do Advento, pois o Natal é o nascimento de Deus que é Luz, de Cristo que é Luz. Já o profeta afirmou que o povo que estava sentado nas trevas viu uma grande luz, e toda a liturgia do Natal é liturgia da Luz. Os pastores viram uma grande luz e os magos seguiram a luz duma estrela. O profeta Simeão proclama que o Menino é luz das nações e já antes Zacarias, pai de João Baptista, tinha afirmado: «Graças ao coração misericordioso do nosso Deus, que das alturas nos visita como sol nascente, para iluminar os que jazem nas trevas e na sombra da morte...». As trevas que há em nós e no mundo precisam de se preparar para acolher a Luz, precisam de se converter, pois a Luz veio às trevas e estas não a receberam.

5º Mistério

Vivamos o Advento a pensar nos outros, sobretudo nos pobres, nos marginais, nos doentes, nos que mais precisam. Quantas pessoas sem casa, sem comida, sem emprego, sem amor, sem dinheiro, sem família! E quanto dinheiro mal gasto, quantas toiletes e banquetes supérfluos, quantas compras exageradas... e tantos a penar e a não terem pão para comer. Que podemos e devemos fazer para que o Natal dos outros seja melhor? Que vamos fazer para que os outros sejam mais felizes? Sejamos audazes nos rasgos concretos de generosidade, de amor, de dedicação. Vivamos o Advento preocupados em fazer bem, em inventar modos concretos de amar.

sábado, 26 de novembro de 2011

NOVO ADVENTO...ESPERANÇA EM TEMPO DE CRISE !

Só Deus pode entender quanto é grande a necessidade que toda a humanidade tem d’Ele nesta hora do mundo.
Todos têm necessidade de Deus, mesmo aqueles que o não sabem. E aqueles que o não sabem, mais ainda.
Quem procura a beleza do mundo procura, sem se aperceber, o Senhor que é a beleza completa e perfeita num mundo tão conturbado.