quarta-feira, 7 de maio de 2008

D. JOÃO EVANGELISTA PIMENTEL LAVRADOR, novo Bispo Auxiliar da Diocese do Porto



Bento XVI nomeou como novo Bispo Auxiliar do Porto o Cón. João Lavrador, de 52 anos, Pró-Vigário Geral da Diocese de Coimbra. A nomeação foi comunicada à Agência ECCLESIA pela Nunciatura Apostólica em Portugal.
A ordenação episcopal terá lugar no dia 29 de Junho, às 16h00, na Sé Nova de Coimbra. Preside D. Albino Cleto, Bispo de Coimbra, e serão consagrantes D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, e D. João Alves, Bispo Emérito de Coimbra. O lema episcopal será «Tu Segue-Me» (Jo.21,22).
O novo Bispo junta-se assim a D. João Miranda e D. António Bessa Taipa como Auxiliar de D. Manuel Clemente. Sacerdote desde 1981, desempenhou vários cargos na Diocese de Coimbra (ver nota biográfica), o mais mediático dos quais é o de capelão do Carmelo de Santa Teresa de Coimbra, onde faleceu a Irmã Lúcia.
No plano nacional, desempenha desde 1999 desempenha as funções de Secretário da Comissão Episcopal responsável pela área das Comunicações Sociais, que desde 2005 se denomina de Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais. Esta Comissão é presidida, precisamente, por D. Manuel Clemente, Bispo do Porto.



Nota biográfica



D. João Lavrador nasceu a 18 de Fevereiro de 1956, em Seixo de Mira, Distrito e Diocese de Coimbra. Em 1966 entrou no Seminário de Buarcos e, no ano seguinte, no Seminário Menor da Figueira da Foz, frequentando as aulas no Liceu da Figueira da Foz.
No ano de 1972 transitou para o Seminário Maior de Coimbra, completando os estudos liceais em 1974, prestado provas de exame no Liceu Dom Duarte em Coimbra.
Entre 1974 e 1980 frequentou o Instituto Superior de Estudos Teológicos, terminando o curso de teologia em 1980. Fez parte, como aluno, da Comissão Directiva do ISET, durante vários mandatos.
De 1980 a 1984 colaborou na vida pastoral da paróquia de Pombal, ajudando o respectivo pároco. Durante este período, leccionou nas Escolas Preparatória e Secundária de Pombal a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica.
Foi ordenado sacerdote a 14 de Junho de 1981, na Sé Nova de Coimbra. Entre 1984 e 1988 foi responsável pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil e Assistente Regional do CNE. Durante este período, leccionou, na Escola Normal de Educadores de Infância de Coimbra, a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica.
Nos anos de 1988 a 1990 frequentou a Universidade Pontifícia de Salamanca, terminando a sua licenciatura canónica na área da Teologia Dogmática com a apresentação da Dissertação «O Laicado no Magistério dos Bispos Portugueses, a partir do Vaticano II».
Em 1991 foi nomeado Reitor do Seminário Maior de Coimbra, cargo que ocupou até 1997. Em 1991 fez o currilum escolar para o doutoramento, cujo grau obteve em 1993, apresentando e defendendo a tese «Pensamento Teológico de D. Miguel da Annunciação –Bispo de Coimbra (1741 – 1779) e renovador da Diocese».
Desde 1991 tem vindo a leccionar no ISET de Coimbra teologia dogmática. Entre 1993 e 1999 desempenhou o cargo de Secretário Geral do Sínodo Diocesano de Coimbra.
Desde 1990, em vários mandatos, desempenhava as funções de Secretário do Conselho Presbiteral.
Em 1997 é nomeado Pró-Vigário Geral da Diocese de Coimbra e membro do Conselho Episcopal Diocesano. Em 1998 é nomeado Director do Instituto Universitário Justiça e Paz e Coordenador da Pastoral do Ensino Superior. No ano de 1999 é nomeado Cónego da Sé de Coimbra e do Colégio de Consultores.
Em 2001, com a reactivação do Centro Académico de Democracia Cristã (CADC), é nomeado seu assistente eclesiástico.
A 7 de Maio de 2008 é tornada pública a sua nomeação como Bispo Auxiliar do Porto.



Saudação do Bispo do Porto a D. João Evangelista Pimentel Lavrador



Em nome da Diocese do Porto, saúdo com amizade e alegria o Senhor D. João Evangelista Pimentel Lavrador, novo Bispo Auxiliar da nossa Igreja particular. Com os outros Senhores Bispos Auxiliares e comigo, integrará o ministério episcopal que aqui desempenhamos por vontade de Deus, para que o Evangelho de Cristo seja proclamado e vivido em comunhão e serviço.
A Diocese do Porto é uma das mais densas e populosas do nosso país, com mais de um quinto da sua população global. Servi-la, no que é próprio do ministério episcopal, é tão exigente como consolador. Consolador, pela verificação diária da acção do Espírito, surpreendente e fecunda. Exigente, pelo apreço e procura que o povo de Deus e a sociedade em geral manifestam em relação ao ministério episcopal. Também o nosso clero, secular e religioso, aprecia e requer a companhia próxima dos seus bispos. Como o laicado, igualmente dedicado e empreendedor.
Quer quanto ao presente, quer quanto ao futuro e à mobilização apostólica que a “nova evangelização” requer, era urgente o reforço do ministério episcopal no Porto. Agradeço ao Santo Padre Bento XVI o atendimento desta necessidade sentida.
A resposta do Santo Padre incidiu no Senhor D. João Evangelista Pimentel Lavrador, do clero da Diocese de Coimbra, irmã e amiga. Temos colaborado desde 1999, no âmbito da Conferência Episcopal Portuguesa, apreciando eu a sua grande disponibilidade e eficiência em quanto lhe é pedido. O Senhor D. João Lavrador teve um currículo pastoral variado, que lhe proporcionou uma experiência rica, com que muito lucraremos na Diocese do Porto.
Agradeço-lhe ter aceite a indicação do Santo Padre, para um serviço que tem hoje uma particular exigência eclesial e social. Estou certo de que a sua generosidade, eficiência, afabilidade e prudência serão rapidamente apreciadas e agradecidas pelos caríssimos diocesanos do Porto.
- Bem-vindo, Senhor D. João. E que o Apóstolo e Evangelista que traz no nome, o faça sempre feliz entre nós!
7 de Maio de 2008
+ Manuel Clemente, Bispo do Porto



Saudação de D. João Lavrador ao Bispo do Porto e à Diocese do Porto
«Tu Segue-Me» - Jo.21,22



Nesta hora em que, na minha pessoa, o Senhor Jesus Cristo, por intermédio do Santo Padre, continua a chamar apóstolos para a sua Igreja, sinto de forma viva e renovada o apelo do Senhor que ao longo do exercício do sacerdócio sempre norteou a minha acção e que hoje tomo como meu lema para a nova tarefa a que sou chamado através do ministério apostólico do episcopado: «Tu segue-Me».
Na confiança única e exclusiva que coloco na acção da Graça divina, brotam do meu coração as palavras do Apóstolo: «Bendito seja Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, do alto dos céus, nos abençoou com toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo (…) N´Ele é que fomos escolhidos, predestinados conforme o desígnio d’Aquele que tudo opera segundo a decisão da Sua vontade, para servir à celebração da Sua glória» (Ef. 1, 3-12).
Por decisão de Sua Santidade Bento XVI, irei exercer o ministério episcopal como auxiliar do Senhor Bispo do Porto. Saúdo o Senhor Dom Manuel Clemente a quem prometo a minha lealdade e inteira disponibilidade para colaborar com o seu ministério Episcopal. É muito gratificante e causa de profunda alegria poder auxiliar o Bispo a quem todos reconhecem as mais elevadas competências no desempenho do seu múnus pastoral. Suplico-lhe que me ajude a ser apóstolo segundo o coração de Deus.
Saúdo o Senhor Dom João Miranda e o Senhor Dom António Taipa, Bispos Auxiliares do Porto. Estou seguro que posso contar com o seu acolhimento, com a sua amizade e com o enriquecimento da sua experiência apostólica.
Saúdo o Senhor Dom Armindo Lopes Coelho, Bispo Emérito do Porto e o Senhor Dom Júlio Tavares Rebimbas, Arcebispo - Bispo Emérito do Porto de quem espero aprender da sua sabedoria apostólica e para quem rogo as melhores bênçãos de Deus. Saúdo igualmente os Senhor Bispo Emérito, Senhor Dom Manuel Martins, e o Senhor Arcebispo Emérito Dom Manuel Vieira Pinto, naturais da diocese do Porto e, actualmente, aí a residir, a quem nos habituámos a admirar pela acção desenvolvida e que muito me ajudarão, estou certo, no contacto com as suas virtudes apostólicas.
Na pessoa do Senhor Bispo do Porto, saúdo a Diocese do Porto. Saúdo os Senhores Cónegos, demais sacerdotes e seminaristas a quem imploro a melhor compreensão para as minhas limitações e a quem prometo a dedicação total de mim próprio na missão a que o Senhor me convida. Irei aprender convosco a melhor servir o Povo de Deus no ministério apostólico. Do mesmo modo saúdo os religiosos, religiosas, consagrados, e leigos empenhados apostolicamente na vida das comunidades cristãs, de quem espero a exigência mútua da corresponsabilidade na missão de servir o Evangelho, transmitindo-o à sociedade, e do testemunho da comunhão eclesial.
Saúdo os irmãos de outras Igrejas Cristãs e membros de outras Confissões Religiosas a quem prometo o meu empenho no diálogo franco e aberto. Saúdo todas as autoridades públicas, civis, religiosas, académicas e militares, a quem desejo oferecer a minha colaboração no respeito e na defesa da dignidade da pessoa humana e na promoção dos autênticos valores que devem nortear a vida da sociedade.
À maneira de Jesus Cristo, o Bom Pastor, quero estar no meio de vós como quem serve. E, como recomenda o Apóstolo, por causa do Evangelho, quero exercer o meu ministério fazendo-me tudo para todos (cfr. 1Cor. 9, 22).
Ajudai-me a ser o Bispo que a Igreja espera de mim, o Bom Pastor que, configurado com Cristo na santidade de vida, total e generosamente dedicado à missão que lhe é confiada, tenha, ao mesmo tempo, a solicitude por todas as Igrejas espalhadas pela terra (cfr. 2Cor.11,28).
Entrego o meu ministério episcopal à Santíssima Virgem, Nossa Senhora da Assunção, Mãe de Deus, Mãe da Igreja e Rainha dos Apóstolos. Com Ela quero louvar o Senhor pela manifestação da Sua misericórdia e com Ela quero aprender os caminhos sempre novos da Evangelização.

Fonte: Agência Ecclesia

quinta-feira, 1 de maio de 2008

"REZAI O TERÇO, TODOS OS DIAS..."


Começa hoje, 1 de Maio, dia em que a liturgia nos apresenta a figura de S. José, Operário, o mês dedicado a Maria, em que devemos ter a meditação do Terço do Rosário, como uma oração sempre presente.
Uma Mulher que viveu entre nós está no céu, Maria Mãe de Deus em Jesus Cristo, contemplando-O eternamente como Seu olhar puríssimo.
Ela é nossa Irmã, mas também nossa Mãe, pois todos os dias Ela nos dá o Seu Filho, se nos abrirmos à Sua Vida.
Filha da terra, coração e corpo unidos, a Sua ternura continua a oferecer-se a cada um de nós.
Não podemos viver sem Mãe.
Em 1917, Ela desceu sobre os braços da azinheira, na Cova da Iria e deixou uma mensagem do Alto.
Em cada uma das seis aparições, Nª. Senhora especificamente pediu para se rezar o terço.

Este aspecto da sua mensagem não podia ter sido mais realçado.
13 de Maio: "Rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra."
13 de Junho: "Quero que rezeis o terço todos os dias."
13 de Julho: "Quero que continuem a rezar o terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque so Ela Ihes poderá valer."
19 de Agosto: "Quero que continueis a rezar o terço todos os dias."
13 de Setembro: "Continuem a rezar o terço, para alcançarem o fim da Guerra."
13 de Outubro: "Sou a Senhora do Rosário. Quero que continuem sempre a rezar o terço todos os dias."
Oração, conversão e penitência.

As crianças ouviram-Na.
Sejamos como elas e acolhamos a sua mensagem.
Rezemos o Terço do Rosário, oração tão simples, cheia de ritmo, cristológica.

sábado, 19 de abril de 2008

RAINHA DO CÉU (Regina Coeli)


Durante o tempo Pascal, desde o Domingo da Ressurreição até ao Pentecostes, a tradicional oração do "Angelus" é susbtituída por esta antífona o "Regina Coeli".


V. Rainha do Céu, alegrai-vos, Aleluia.
R. Porque Aquele que trouxestes em vosso ventre, Aleluia.
V. Ressuscitou como disse. Aleluia.
R. Rogai por nós a Deus. Aleluia.

V. Exultai e alegrai-vos, Virgem Maria, Aleluia,
R. Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente. Aleluia.

Oremos.
Senhor, que enchestes o mundo de alegria
pela ressurreição do vosso Filho,
Nosso Senhor Jesus Cristo,
fazei que, pela intercessão da Virgem Santa Maria, sua Mãe,
alcancemos as alegrias da vida eterna.
Por Cristo, Nosso Senhor.
R. Ámen.

domingo, 13 de abril de 2008

45º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

João Paulo II, que belo testemunho de vida na fidelidade a Deus e ao Evangelho!
Obrigado pelo exemplo e pela coerência.
Deus não escolhe os capacitados mas capacita os escolhidos.
A messe é grande e os trabalhadores escasseiam, precisamos de trabalhadores para a messe do Senhor, a Sua Igreja, fundada em Pedro.
Que o exemplo de João Paulo II frutifique.
Junto do Pai, no Céu o Servo de Deus João Paulo II continua a dizer a todos como tantas vezes o fez:
"não tenhais medo".
NOTA:
Para ouvir o som do vídeo deverá colocar em pausa o som da página (lado esquerdo).

sexta-feira, 4 de abril de 2008

O PAPA BENTO XVI, de parabéns...


O Papa Bento XVI, na próxima quarta-feira, 16 de abril, completará 81 anos.

Três dias depois, completará 3 anos de pontificado.

Os videntes de Fátima recomendaram a todos nós, a oração pelo Papa e pelas suas intenções.

Nestes dias, de modo particular por ele rezemos e peçamos ao Senhor da Messe que lhe conceda Vida, Saúde, Paz e Bem.

Invoquemos o Espírito Santo, para que derrame sobre o Papa a abundância dos seus dons de modo particular a Sabedoria para a condução da Igreja de Cristo fundada em Pedro.

Santíssimo Padre os parabéns pela Vida em festa e votos de um fecundo e profícuo Pontificado Petrino.

Que Nossa Senhora do Rosário de Fátima o ampare e guarde.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

P.VIRGÍLIO ANTUNES, novo Reitor do Santuário de Fátima...


O P. Virgílio Antunes foi designado pelo Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, para o cargo de Reitor do Santuário de Fátima.

Tendo terminado em 13 de Fevereiro de 2008 o mandato do actual Reitor, Mons. Luciano Guerra, D. António Marto apresentou ao Conselho Nacional do Santuário de Fátima o nome do P. Virgílio Antunes para assumir estas funções, cuja indigitação foi aprovada esta tarde, 2 de Abril de 2008, pela Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa.
O novo Reitor, que tomará posse no início do próximo ano pastoral, será nomeado pelo Bispo de Leiria-Fátima para um mandato de cinco anos.

Duas palavras: uma para o Reitor que vai ser substituido - Monsenhor Luciano Guerra, de profunda gratidão pelo belo trabalho que ao longo de muitos anos levou a cabo no Santuário, quer do ponto de vista de dotação do Santuário de mais e melhores condições para acolher os milhões de peregrinos que ali acorrem todo o ano à procura de respostas de Deus para as suas dúvidas e inquietações, na saúde ou na doença, por intercessão de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.
Monsenhor Luciano Guerra, durante os longos anos que esteve como Reitor do Santuário, a todos acolheu com profunda simpatia e afecto, ensinando e ajudando a caminharem para Deus, por Maria.

Caríssimo Monsenhor Luciano Guerra, depois deste belo combate da Fé, que Deus e Nossa Senhora o cumulem de bençãos, de modo especial a Vida, a Saúde e a Paz, que ao longo destes anos tantas vezes pediu a Deus para todos. Que aquilo que desejou e invocou de Deus para os outros, Deus lhe conceda a si, nesta hora em que, por certo de consciência tranquila e com provas dadas do serviço prestado à vista de todos, possa agora usufruir de modo diferente.

Um obrigado muito sincero pelo trabalho pastoral e pelo evangelizador incansável que foi.
Que o Senhor Ressuscitado, o Senhor da Paz continue a cumulá-lo de graças.

A outra palavra é para o novo Reitor, agora indicado pelo Senhor Bispo de Leiria-Fátima.
P. Virgílio Antunes, que para a nova tarefa importante que agora o espera, Maria o ampare e junto de Deus interceda por si.
Fátima é e será sempre um "farol" de esperança para o mundo.
Em Fátima respira-se um ar "diferente" e paira no ar o perfume da Mãe de Deus e da Igreja, a quem invocamos sob o título de Senhora do Rosário de Fátima.
Que os beatos Francisco e Jacinta Marto no Céu, bem como a Ir.Lúcia orem ao Senhor da Luz, para que o seu serviço como Reitor do Santuário seja iluminado por Deus.
As melhores felicidades para esta nova etapa da sua vida.

Rezaremos por si a Deus, por intercessão de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.


Fonte: Santuário de Fátima

quarta-feira, 26 de março de 2008

JOÃO PAULO II, três depois da sua Páscoa...


No próximo dia 2 de Abril passam 3 anos que Deus chamou o Servo de Deus, o Amado Papa João Paulo II.

Quanto este sucessor de Pedro amou a humanidade... sem distinções.

Quanta coerência na defesa do Evangelho de Jesus Cristo.
Quanto amou a Mãe este Papa do Totus Tuus.

Que bondade e que lições, de modo particular a cruz do seu sofrimento e a sua morte!

Vives no coração de muitos homens neste mundo que sofre, porque faz tudo para que Deus não tenha espaço!?

Agora depois do combate da Fé, por certo junto do Pai vela pela humanidade.


OBRIGADO SANTÍSSIMO PADRE

domingo, 23 de março de 2008

CRISTO RESSUSCITOU, ALELUIA...



Refrão: Este é o dia que o Senhor fez:
exultemos e cantemos de alegria.

Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
porque é eterna a sua misericórdia.
Diga a casa de Israel:
é eterna a sua misericórdia.

A mão do Senhor fez prodígios,
a mão do Senhor foi magnífica.
Não morrerei, mas hei-de viver,
para anunciar as obras do Senhor.

A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se pedra angular.
Tudo isto veio do Senhor:
é admirável aos nossos olhos.
do Salmo 117

sábado, 15 de março de 2008

SEMANA SANTA...TRÍDUO PASCAL


“Tríduo” deriva do latim “triduum” (= três dias), ou seja, três dias dedicados a celebrações e orações especiais. Na liturgia romana, o tríduo mais importante é o pascal, formado pela Sexta-feira da Paixão, Sábado da sepultura e Domingo da Ressurreição. Por isso, o adjectivo "santo" que qualifica o “tríduo” está mais do que justificado.

A Quaresma prolonga-se até Quinta-Feira Santa. Na manhã desse dia tem lugar na Sé uma significativa liturgia, a Missa Crismal, durante a qual, reunido ao redor do seu Bispo, o presbitério de cada Diocese renova as promessas sacerdotais, e participa da bênção do óleo dos catecúmenos, dos enfermos e do Crisma.

Tal como a celebração do Domingo começa no Sábado com as missas vespertinas, assim também a celebração do Tríduo Pascal começa pela tarde/noite de Quinta-Feira Santa com a “Missa vespertina da Ceia do Senhor”. Além da instituição do Sacerdócio, neste dia santo comemora-se a oferta total que Cristo fez de Si à humanidade no sacramento da Eucaristia que instituiu nessa Ceia sagrada (1 Cor 11,23-26).
Nessa mesma noite em que foi traído, Ele deixou-nos em testamento o “mandamento novo” do amor fraterno realizando o gesto comovedor do lava-pés, que chama ao humilde serviço dos servos (Jo 13, 1-15).
Este dia especial, que recorda grandes mistérios, encerra-se com a Adoração eucarística, em recordação da agonia do Senhor no horto do Getsémani.
Tomado por uma grande angústia, narra o Evangelho, Jesus pede aos seus que vigiem com Ele permanecendo em oração: "Ficai aqui e vigiai comigo" (Mt 26, 38), mas os discípulos adormeceram. Ainda hoje o Senhor nos diz: "Ficai aqui e vigiai comigo". E vemos como também nós, discípulos de hoje, com frequência dormimos. Aquele foi para Jesus o momento do abandono e da solidão, ao qual seguiu, no coração da noite, o aprisionamento e o início do doloroso caminho para o Calvário.

Após o prólogo da Ceia do Senhor, o tríduo pascal tem na Sexta-Feira Santa o seu dia n.º 1: nele se comemora a paixão e morte de Jesus na cruz. A liturgia celebra esse evento, não como dia de luto e de choro, mas na contemplação do sacrifício cruento de Jesus, fonte da salvação universal.
Por antiquíssima tradição, a Igreja não celebra a Eucaristia nesse dia; toda a liturgia do dia gira em torno da proclamação da Palavra. A celebração compõe-se de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão.
A liturgia da Palavra é toda ela um entrelaçamento das profecias do Antigo Testamento de Isaías e da leitura da Paixão segundo o Evangelho de S. João; depois da leitura da Paixão segundo S. João, vem a grande oração universal: – pela Igreja – por todos os ministros do povo de Deus - pelos catecúmenos - pela unidade das Igrejas - pelo povo de Israel - pelos que acreditam em Deus - pelos que não acreditam em Deus - pelos governantes - pelos que sofrem - por todos os mortos.
Segue-se o desvelamento da cruz para a adoração dos fiéis findo o qual os fiéis podem receber a Sagrada Comunhão.

O Sábado Santo é o segundo dia do tríduo pascal.
A Igreja, unindo-se espiritualmente a Maria, permanece em oração, durante o dia de sábado, junto do sepulcro, onde o corpo do Filho de Deus jaz inerte como que repousando depois da obra recriadora da redenção, realizada com a sua morte (cf. Hb 4, 1-13).

Após o cair da noite de Sábado Santo, a Igreja reúne-se em solene Vigília pascal, durante a qual se passa – o termo “páscoa” significa “passagem” – do 2.º para o 3.º Dia do Tríduo, inteiramente dedicado ao triunfo da Ressurreição.
Vigília, do latim "vigília", indica o costume de preparar-se para uma solenidade, vigiando em orações durante a noite precedente.
A Solene Vigília Pascal é a vigília por excelência, a “mãe de todas as vigílias”, como afirmou S. Agostinho, vértice do ano litúrgico.
A Vigília Pascal é uma longa e rica celebração da Palavra de Deus, prosseguindo com os sacramentos da Iniciação cristã – Baptismo e Confirmação – e culminando com a Eucaristia. Os símbolos são abundantes e de uma grande riqueza espiritual – o ritual do fogo e da luz que evoca a ressurreição de Jesus e a marcha de Israel no deserto guiado pela coluna de fogo; a liturgia da Palavra com o ritmo de leitura, Salmo e oração, percorrendo as etapas da história da salvação; a liturgia da iniciação cristã que incorpora novos filhos na Igreja; a renovação das promessas do baptismo e aspersão com a água benta que recorda a água do nosso baptismo; por fim a eucaristia que proclama a ressurreição do Senhor, esperando a sua última vinda (1 Cor. 11, 26).
Durante esta Solene Vigília em todas as Igrejas o cântico jubiloso do Glória e do Aleluia pascal se elevará do coração dos novos baptizados e de toda a comunidade cristã, feliz porque Cristo ressuscitou vencendo a morte.

O júbilo da Eucaristia do Domingo e o anúncio pascal que na nossa terra é costume fazer de casa em casa, são outros momentos fortes deste Terceiro Dia da Páscoa em que Jesus Ressuscitou para não mais morrer.


Fonte: Igreja Viva (Boletim da Paróquia de Ermesinde)

terça-feira, 4 de março de 2008

REUNIÃO DO MMF DE ERMESINDE NA CAPELA DE S.SILVESTRE...


Nesta noite, dia 3 de Março de 2008, decorreu na Capela de S. Silvestre, bem no coração da cidade de Ermesinde, mais uma reunião do Movimento da Mensagem de Fátima desta paróquia de S. Lourenço de Ermesinde.

Porque estamos no tempo da Quaresma, foi feito o exercício da Via-Sacra.

Foi utilizada a versão com o Papa João Paulo II, no Coliseu de Roma, na Sexta-Feira Santa do ano de 1991.

Foi num ambiente de meditação e tomada de consciência do Caminho do Amor, feito por Jesus Cristo que decorreu este sempre belo exercício.

No final foi feita uma oração especial pelos doentes, do corpo ou da alma, pelos que se encontram privados da liberdade e ainda por todos os que se afastaram de Deus.

Invocou-se Nossa Senhora para que a todos proteja e conduza até Cristo, fonte de Salvação para todos os homens.

Foi lida a acta do último encontro.

Decorreu ainda uma breve explicação dada pelo Sr. Albino, há muitos anos o cuidadoso zelador (muito apoiado pela sua esposa) desta bela Capela, restaurada e muito bem tratada e asseada, datada de 1711.

Ao Sr. Albino parabéns pelo seu trabalho empenhado e pelo serviço que presta à cidade, à paróquia, à cultura e a todos os que visitam e se encantam com este espaço tão acolhedor e que nos fala de Deus.

Foi pena que não pudessem estar connosco a Adelina e a Ana Veiga.

Que a Senhora da Quaresma a todos proteja e abençoe.