quarta-feira, 26 de março de 2008

JOÃO PAULO II, três depois da sua Páscoa...


No próximo dia 2 de Abril passam 3 anos que Deus chamou o Servo de Deus, o Amado Papa João Paulo II.

Quanto este sucessor de Pedro amou a humanidade... sem distinções.

Quanta coerência na defesa do Evangelho de Jesus Cristo.
Quanto amou a Mãe este Papa do Totus Tuus.

Que bondade e que lições, de modo particular a cruz do seu sofrimento e a sua morte!

Vives no coração de muitos homens neste mundo que sofre, porque faz tudo para que Deus não tenha espaço!?

Agora depois do combate da Fé, por certo junto do Pai vela pela humanidade.


OBRIGADO SANTÍSSIMO PADRE

domingo, 23 de março de 2008

CRISTO RESSUSCITOU, ALELUIA...



Refrão: Este é o dia que o Senhor fez:
exultemos e cantemos de alegria.

Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom,
porque é eterna a sua misericórdia.
Diga a casa de Israel:
é eterna a sua misericórdia.

A mão do Senhor fez prodígios,
a mão do Senhor foi magnífica.
Não morrerei, mas hei-de viver,
para anunciar as obras do Senhor.

A pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se pedra angular.
Tudo isto veio do Senhor:
é admirável aos nossos olhos.
do Salmo 117

sábado, 15 de março de 2008

SEMANA SANTA...TRÍDUO PASCAL


“Tríduo” deriva do latim “triduum” (= três dias), ou seja, três dias dedicados a celebrações e orações especiais. Na liturgia romana, o tríduo mais importante é o pascal, formado pela Sexta-feira da Paixão, Sábado da sepultura e Domingo da Ressurreição. Por isso, o adjectivo "santo" que qualifica o “tríduo” está mais do que justificado.

A Quaresma prolonga-se até Quinta-Feira Santa. Na manhã desse dia tem lugar na Sé uma significativa liturgia, a Missa Crismal, durante a qual, reunido ao redor do seu Bispo, o presbitério de cada Diocese renova as promessas sacerdotais, e participa da bênção do óleo dos catecúmenos, dos enfermos e do Crisma.

Tal como a celebração do Domingo começa no Sábado com as missas vespertinas, assim também a celebração do Tríduo Pascal começa pela tarde/noite de Quinta-Feira Santa com a “Missa vespertina da Ceia do Senhor”. Além da instituição do Sacerdócio, neste dia santo comemora-se a oferta total que Cristo fez de Si à humanidade no sacramento da Eucaristia que instituiu nessa Ceia sagrada (1 Cor 11,23-26).
Nessa mesma noite em que foi traído, Ele deixou-nos em testamento o “mandamento novo” do amor fraterno realizando o gesto comovedor do lava-pés, que chama ao humilde serviço dos servos (Jo 13, 1-15).
Este dia especial, que recorda grandes mistérios, encerra-se com a Adoração eucarística, em recordação da agonia do Senhor no horto do Getsémani.
Tomado por uma grande angústia, narra o Evangelho, Jesus pede aos seus que vigiem com Ele permanecendo em oração: "Ficai aqui e vigiai comigo" (Mt 26, 38), mas os discípulos adormeceram. Ainda hoje o Senhor nos diz: "Ficai aqui e vigiai comigo". E vemos como também nós, discípulos de hoje, com frequência dormimos. Aquele foi para Jesus o momento do abandono e da solidão, ao qual seguiu, no coração da noite, o aprisionamento e o início do doloroso caminho para o Calvário.

Após o prólogo da Ceia do Senhor, o tríduo pascal tem na Sexta-Feira Santa o seu dia n.º 1: nele se comemora a paixão e morte de Jesus na cruz. A liturgia celebra esse evento, não como dia de luto e de choro, mas na contemplação do sacrifício cruento de Jesus, fonte da salvação universal.
Por antiquíssima tradição, a Igreja não celebra a Eucaristia nesse dia; toda a liturgia do dia gira em torno da proclamação da Palavra. A celebração compõe-se de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão.
A liturgia da Palavra é toda ela um entrelaçamento das profecias do Antigo Testamento de Isaías e da leitura da Paixão segundo o Evangelho de S. João; depois da leitura da Paixão segundo S. João, vem a grande oração universal: – pela Igreja – por todos os ministros do povo de Deus - pelos catecúmenos - pela unidade das Igrejas - pelo povo de Israel - pelos que acreditam em Deus - pelos que não acreditam em Deus - pelos governantes - pelos que sofrem - por todos os mortos.
Segue-se o desvelamento da cruz para a adoração dos fiéis findo o qual os fiéis podem receber a Sagrada Comunhão.

O Sábado Santo é o segundo dia do tríduo pascal.
A Igreja, unindo-se espiritualmente a Maria, permanece em oração, durante o dia de sábado, junto do sepulcro, onde o corpo do Filho de Deus jaz inerte como que repousando depois da obra recriadora da redenção, realizada com a sua morte (cf. Hb 4, 1-13).

Após o cair da noite de Sábado Santo, a Igreja reúne-se em solene Vigília pascal, durante a qual se passa – o termo “páscoa” significa “passagem” – do 2.º para o 3.º Dia do Tríduo, inteiramente dedicado ao triunfo da Ressurreição.
Vigília, do latim "vigília", indica o costume de preparar-se para uma solenidade, vigiando em orações durante a noite precedente.
A Solene Vigília Pascal é a vigília por excelência, a “mãe de todas as vigílias”, como afirmou S. Agostinho, vértice do ano litúrgico.
A Vigília Pascal é uma longa e rica celebração da Palavra de Deus, prosseguindo com os sacramentos da Iniciação cristã – Baptismo e Confirmação – e culminando com a Eucaristia. Os símbolos são abundantes e de uma grande riqueza espiritual – o ritual do fogo e da luz que evoca a ressurreição de Jesus e a marcha de Israel no deserto guiado pela coluna de fogo; a liturgia da Palavra com o ritmo de leitura, Salmo e oração, percorrendo as etapas da história da salvação; a liturgia da iniciação cristã que incorpora novos filhos na Igreja; a renovação das promessas do baptismo e aspersão com a água benta que recorda a água do nosso baptismo; por fim a eucaristia que proclama a ressurreição do Senhor, esperando a sua última vinda (1 Cor. 11, 26).
Durante esta Solene Vigília em todas as Igrejas o cântico jubiloso do Glória e do Aleluia pascal se elevará do coração dos novos baptizados e de toda a comunidade cristã, feliz porque Cristo ressuscitou vencendo a morte.

O júbilo da Eucaristia do Domingo e o anúncio pascal que na nossa terra é costume fazer de casa em casa, são outros momentos fortes deste Terceiro Dia da Páscoa em que Jesus Ressuscitou para não mais morrer.


Fonte: Igreja Viva (Boletim da Paróquia de Ermesinde)

terça-feira, 4 de março de 2008

REUNIÃO DO MMF DE ERMESINDE NA CAPELA DE S.SILVESTRE...


Nesta noite, dia 3 de Março de 2008, decorreu na Capela de S. Silvestre, bem no coração da cidade de Ermesinde, mais uma reunião do Movimento da Mensagem de Fátima desta paróquia de S. Lourenço de Ermesinde.

Porque estamos no tempo da Quaresma, foi feito o exercício da Via-Sacra.

Foi utilizada a versão com o Papa João Paulo II, no Coliseu de Roma, na Sexta-Feira Santa do ano de 1991.

Foi num ambiente de meditação e tomada de consciência do Caminho do Amor, feito por Jesus Cristo que decorreu este sempre belo exercício.

No final foi feita uma oração especial pelos doentes, do corpo ou da alma, pelos que se encontram privados da liberdade e ainda por todos os que se afastaram de Deus.

Invocou-se Nossa Senhora para que a todos proteja e conduza até Cristo, fonte de Salvação para todos os homens.

Foi lida a acta do último encontro.

Decorreu ainda uma breve explicação dada pelo Sr. Albino, há muitos anos o cuidadoso zelador (muito apoiado pela sua esposa) desta bela Capela, restaurada e muito bem tratada e asseada, datada de 1711.

Ao Sr. Albino parabéns pelo seu trabalho empenhado e pelo serviço que presta à cidade, à paróquia, à cultura e a todos os que visitam e se encantam com este espaço tão acolhedor e que nos fala de Deus.

Foi pena que não pudessem estar connosco a Adelina e a Ana Veiga.

Que a Senhora da Quaresma a todos proteja e abençoe.